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Ano: IX
Nº: 436

Mensalidades nos infantários da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã caem para metade nos meses abril e maio Voltar

Neto Freire afirmou que a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã  “procura apoios do Estado”, mas se não forem conseguidos “só com a cobrança de parte das mensalidades nos meses de abril e maio, a instituição conseguirá manter a estrutura”

 

A Santa Casa da Misericórdia da Covilhã (SCMC) vai cobrar a totalidade da mensalidade no mês de março, sendo nos meses de abril e maio reduzida para metade, apesar de apenas estar em funcionamento o Infantário «O Mundo da Fantasia», que assegura a permanência dos filhos dos profissionais de saúde e das forças de segurança.

 

Em declarações ao Jornal Fórum Covilhã, o provedor da misericórdia covilhanense, Neto Freire, explicou que apesar dos infantários estarem encerrados “os custos com a estrutura e com os Recursos Humanos permanecem inalteráveis, à exceção da alimentação”.

 

O valor entre a despesa e a receita “é muito próximo mensalmente”, explicou Neto Freire, acrescentando que “face à situação atípica que se vive” ou “o Estado reforça o apoio à instituição e estamos a evidenciar esforços nesse sentido, ou têm de ser os encarregados de educação ajudar a manter a estrutura de custos. De outra forma é impossível, pois a misericórdia não tem ainda um único bem que possa hipotecar para recorrer a empréstimos”, afirmou.

 

Neto Freire sublinhou ainda que esta decisão de apenas reduzir as mensalidades nos infantários, “não consta no regulamento interno, mas não representa uma atitude isolada da SCMC, mas sim de todas as misericórdias do país”, sendo que “difere apenas o valor das percentagens e nenhuma misericórdia implementou menos que 50% da mensalidade”.

 

 

- 25 mar, 2020
- Ricardo Tavares