Museu da Covilhã abre portas à segunda fase de exposição dedicada a Eduardo Malta
Por Jornal Fórum
Publicado em 25/02/2026 16:55
Cultura

O Museu da Covilhã abre as portas à segunda fase da exposição comemorativa do aniversário de Eduardo Malta (1900-1967), no próximo dia 4 de março, pelas 16:00, numa mostra que celebra o percurso de um dos mais relevantes retratistas portugueses do século XX, oferecendo uma visão abrangente da sua contribuição para a História da Arte em Portugal.

Com a denominação “Eduardo Malta. 125.º Aniversário Comemorativo do seu Nascimento. Olhares que contam histórias”, esta exposição prolonga-se até ao dia 28 de junho.

É promovida por este Município, através do Museu da Covilhã, em parceria com a MOOSTRA - Organização de Eventos Culturais, e tem curadoria de António Vaz e Paula Sofia Vaz, dividindo-se em três partes distintas.

Na primeira parte da exposição (28 outubro 2025 a 28 fevereiro 2026) valorizou-se a componente observada através de uma técnica altamente apurada do artista covilhanense, assente sobretudo numa abordagem de matriz realista, onde o rigor formal e o domínio técnico se evidenciam de forma consistente.

A segunda parte (04 março a 28 junho 2026) vem ampliar a leitura do seu trabalho, através da dimensão experimental e de uma abertura a diferentes linguagens plásticas. Esta será complementada com um conjunto de obras que revelam influências de correntes artísticas menos divulgadas no seu percurso, nomeadamente o surrealismo e o abstracionismo geométrico. Esta fase da exposição integra ainda um extenso acervo bibliográfico e de ilustração - área que, na contemporaneidade, se inscreve no campo do design gráfico - evidenciando a versatilidade e a abrangência da produção de Eduardo Malta.

Um “Olhar” sobre a vida e o legado deste artista, constituirá a terceira parte deste evento (04 julho a 28 outubro 2026), que incluirá um conjunto de obras de artistas contemporâneos da cidade.

Ao longo de um ano de exibições serão expostas obras do Museu da Guarda, Museu Marítimo de Ílhavo, Museu da Covilhã, Museu de São Roque (Lisboa), Museu do Caramulo, Casa Museu Amália Rodrigues, Arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Coleção Novo Banco Cultura, bem como diversos originais inéditos de coleções particulares, que incluem óleos sobre tela, desenhos a grafite, carvão e pastel, bem como obras bibliográficas da sua autoria, entre outras peças.

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