GP Beiras e Serera da Estrela: A prova que junta 16 municípios e é apontada à elite do ciclismo internacional 2.Pro
Por Jornal Fórum
Publicado em 19/05/2026 13:00
Desporto

A 8.ª edição do GP Internacional Beiras e Serra da Estrela foi hoje oficialmente apresentada, reunindo autarcas, entidades regionais, patrocinadores, equipas e comunicação social. Organizado pela Associação de Municípios da Cova da Beira - AMCB, e pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior – ENERAREA, o evento afirma-se como uma das mais relevantes competições de ciclismo de estrada em Portugal e como um instrumento estratégico de promoção territorial, cultural e turística.

Ao longo de três dias, o pelotão internacional irá percorrer mais de 550 quilómetros, atravessando 16 municípios e revelando ao mundo a diversidade paisagística, patrimonial e humana das Beiras e da Serra da Estrela.

Uma prova que promove o território e mobiliza a região

O GP Internacional Beiras e Serra da Estrela percorre os 16 municípios:

Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso.

Cada etapa foi desenhada para valorizar, Aldeias históricas e de Montanha, Património natural e cultural, Paisagens, Gastronomia e tradições.

O GP Internacional Beiras e Serra da Estrela tem recebido excelentes avaliações da UCI nas últimas edições, reforçando a ambição de subir a 2.Pro . 

Nas ultimas avaliações a UCI destaca, Qualidade organizativa, Segurança e coordenação operacional, Diversidade e exigência do percurso, Capacidade de mobilização regional, Envolvimento das forças de segurança e voluntários, Profissionalismo das equipas técnicas

Este reconhecimento coloca a prova na rota da subida à categoria UCI 2.Pro, objetivo assumido pela organização e sustentado pela maturidade crescente do evento.

 

 

Percurso Oficial — 3 Etapas, mais de 550 km

ETAPA 1 — Mêda → Fornos de Algodres (192.8 km)

Etapa longa e seletiva, com sucessivas variações de ritmo e passagem por Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Celorico da Beira. Final rápido em Fornos de Algodres.

ETAPA 2 — Sabugal → Fundão (174,7 km)

Uma viagem pelo coração das Beiras, com destaque para Sortelha, Belmonte, Penamacor, Castelo Novo e Alpedrinha. Final na Avenida da Liberdade, no Fundão.

ETAPA 3 — Gouveia → Guarda (186,2 km)

A etapa-rainha. Inclui a icónica subida à Torre (2000 m), o ponto mais alto de Portugal Continental, seguida de um final técnico na cidade da Guarda, junto ao Jardim José de Lemos.

Pelotão internacional — 20 equipas, 7 países representados

A edição de 2026 reúne equipas de Portugal, Espanha, Colômbia, Argélia, Roménia, Kosovo e Emirados Árabes Unidos, incluindo formações de topo do ranking UCI.

Reconhecido pela sua consistência e talento nas grandes voltas, está confirmada a presença de um grande trepador, Domenico Pozzovivo que vem trazer ainda mais nível competitivo a uma prova que celebra o esforço, a superação e a valorização do nosso território.

Com transmissão televisiva, em vários canais e em Streaming, cobertura mediática nacional e internacional, presença de equipas internacionais, o GP Beiras e Serra da Estrela é hoje um dos maiores embaixadores desportivos da região, promovendo, Turismo ativo, Natureza e Montanha, Gastronomia e produtos locais, Património histórico, Identidade e autenticidade deste território.

A prova reforça a estratégia de valorização territorial da Associação de Municípios da Cova da Beira para o Interior, promovendo os seus recursos, a sua identidade e a sua qualidade de vida. Afirma-se, assim, como uma verdadeira montra do território, projetando-o como destino de excelência para o ciclismo, para o turismo sustentável e para quem procura viver, visitar e investir num Interior com ambição.

“O GP Internacional Beiras e Serra da Estrela é mais do que uma prova de ciclismo, é um projeto de afirmação territorial que une 16 municípios e projeta o melhor da nossa região.

O reconhecimento da UCI e as excelentes avaliações das últimas edições reforçam a nossa ambição de alcançar a categoria UCI 2.Pro, consolidando este evento como uma referência no panorama europeu", refere o presidente do Conselho Diretivo, Miguel Gavinhos

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