Castelo Branco implementa mais seis “Aldeias Seguras”
Por Jornal Fórum
Publicado em 01/09/2026 12:26
Sociedade

O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Castelo Branco implementou, nos dias 25, 28 e 31 de agosto, os programas “Aldeias Seguras” e “Pessoas Seguras” nas localidades de Mourelo e Paradanta, na freguesia de São Vicente da Beira, e de Bugios, Gaviãozinho, Aboboreira e Vale das Ovelhas.

A iniciativa, promovida no âmbito dos programas da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), contou com o envolvimento da Unidade Florestal, que retomou também a divulgação do projeto “Condomínio da Aldeia”.

Nas ações participaram a Guarda Nacional Republicana, o Corpo de Bombeiros Voluntários de Castelo Branco, a Junta de Freguesia de São Vicente da Beira e a Junta de Freguesia de Santo André das Tojeiras. Às comunidades foi explicado o papel de cada entidade envolvida na proteção civil.

Foram transmitidas recomendações e orientações de segurança, explicados os procedimentos previstos nos Planos de Emergência e Evacuação e reforçada a importância das medidas de autoproteção perante situações de incêndio rural.

Cada família recebeu um Kit de Emergência, enquanto foram também disponibilizados o Kit do Oficial Local de Segurança e o Kit do Abrigo. Em cada aldeia foi previamente instalada sinalética destinada a orientar habitantes e visitantes para os Pontos de Encontro ou Abrigos.

Entre 2024 e 2026, o processo de implementação e renovação dos programas permitiu abranger um total de 21 “Aldeias Seguras – Pessoas Seguras”, nas freguesias de Almaceda, Santo André das Tojeiras, São Vicente da Beira e Sarzedas.

A seleção das localidades tem em consideração vários critérios, entre os quais o risco de incêndio rural, a localização em zonas de interface urbano-florestal, a vulnerabilidade demográfica e as características biofísicas do território, como a orografia, o clima e a ocupação do solo.

O Município prevê realizar uma nova passagem pelas aldeias onde o projeto foi implementado há mais de três anos. Está também prevista a continuidade do processo de ampliação da rede, com o objetivo de reforçar a capacidade de autoproteção das comunidades mais isoladas e, dessa forma, aumentar a resiliência do concelho.

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