A Sala de Sessões do Município de Idanha-a-Nova acolheu, no passado dia 30 de março, a primeira reunião do Núcleo Local de Garantia para a Infância (NLGPI), marcando o início operacional de uma estratégia focada na proteção e no bem-estar das crianças do concelho.
O encontro decorreu na sequência do protocolo de colaboração assinado a 12 de março e reuniu, por videoconferência, técnicas da Coordenação Nacional da Garantia para a Infância, bem como diversas entidades locais, entre as quais o Gabinete de Saúde e Ação Social, o Gabinete de Educação, a CPCJ, o Instituto de Segurança Social, o Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, a Escola Profissional da Raia de Idanha-a-Nova, o Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento, a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco – Centro de Saúde de Idanha-a-Nova e o Instituto do Emprego e Formação Profissional.
A sessão contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, que deu as boas-vindas aos participantes e sublinhou a importância estratégica do núcleo para o território. Durante a sua intervenção, destacou que “o sucesso desta iniciativa assenta no trabalho em rede e na cooperação estreita entre as instituições presentes, tendo em vista a concertação de esforços para a salvaguarda do bem-estar e do acesso pleno das crianças aos seus direitos”.
O NLGPI terá como missão identificar crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e garantir o acesso a cinco serviços essenciais: educação, saúde, alimentação saudável, habitação adequada e cuidados infantis.
No âmbito desta intervenção, o núcleo vai avançar com a realização de um Diagnóstico Social detalhado, que permitirá identificar carências específicas no território. Com base nesse levantamento, será elaborado o Plano de Desenvolvimento Social, documento que definirá ações concretas e metas para assegurar que nenhuma criança no concelho fique para trás.
O principal objetivo passa por garantir uma atuação coordenada entre entidades, assegurando serviços essenciais e combatendo a exclusão social, através de um modelo de proximidade ajustado às necessidades das famílias.